Desigualdades veladas

o teto de vidro na trajetória de bibliotecários(as) universitários(as)

Autores/as

Palabras clave:

Género, Techo de cristal, Desigualdades de género, Trabajo, Bibliotecas universitarias

Resumen

Este artigo tem como objetivo desvelar como a feminização da profissão bibliotecária, apesar de sua predominância numérica feminina, não se traduz em equidade nas bibliotecas universitárias, revelando a persistência do “teto de vidro” – uma barreira invisível que limita a ascensão profissional das mulheres a cargos de liderança. O estudo, de natureza quali-quantitativa, foi desenvolvido com base em uma pesquisa que investigou as intersecções entre gênero e trabalho no Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Federal do Espírito Santo (SIB/UFES). Em termos de procedimentos técnicos e abordagens de coleta de dados, a metodologia empregou a observação participante (onde as pesquisadoras, atuando na instituição, puderam imergir no cotidiano para capturar nuances das relações de gênero) e a análise de conteúdo para interpretar as informações coletadas. O texto apresenta resultados claros, exemplificados pela análise da distribuição de gênero em cargos de chefia e setores específicos no SIB/UFES. Além disso, a pesquisa aprofunda a compreensão sobre o que é o “teto de vidro” e explora como a suposta “neutralidade desses espaços” é desvelada pelas lógicas de gênero. Como conclusão, o artigo propõe reflexões sobre a valorização do trabalho de cuidado, a redistribuição de responsabilidades e a construção de ambientes de trabalho verdadeiramente justos e inclusivos.

Publicado

2026-01-13

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